Lohan, bebê de 4 meses com epidermólise bolhosa, internado desde o nascimento

Ele nasceu sem chorar, foi direto para a UTI e ainda assim ri pra todo mundo. O pai foi demitido para estar com ele. Agora o Lohan precisa de você. ❤️

Lohan tem 4 meses, nasceu com epidermólise bolhosa e ainda não saiu do hospital. O pai perdeu o emprego para ficar ao lado dele. Sete pessoas em um cômodo. O berço em casa esperando.

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"Quem ajuda um destes pequeninos, a mim o ajuda."
— Jesus (Mateus 25:40)

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Os curativos do Lohan não podem parar. A meta precisa ser atingida antes do dia .

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O pai perdeu o emprego por escolher ficar com o filho na UTI. O berço em casa está montado, esperando o dia em que o Lohan puder ir para casa.

Lohan tem 4 meses. Ele ri pra todo mundo que chega perto. Quando ligam um desenho, ele fica completamente vidrado na tela. Na barriga da mãe, já tinha o costume de levar a mãozinha ao rosto — um gesto que ele continua fazendo hoje, dentro da UTI, mesmo sendo esse toque suave o que mais abre feridas na pele dele.

Lohan nasceu com epidermólise bolhosa — uma condição rara em que a pele se rompe e forma feridas ao menor contato. Essas crianças são chamadas de "crianças borboleta" porque a pele delas é tão delicada quanto a asa de uma borboleta. Uma roupa que esfrega, um toque mais firme, uma mãozinha que toca o rosto — isso já é suficiente para abrir uma ferida.

Ele nasceu sem chorar direito e foi direto para a UTI. Desde aquele dia, ele não saiu do hospital. Já foi intubado, precisou de oxigênio, enfrentou várias infecções — passou por 7 ciclos de antibiótico. Fez uma cirurgia para conseguir se alimentar, porque não consegue mamar pela boca. As mãos e os pés são o que mais demoram a cicatrizar.

A mãe, Lohany, passou por uma cesárea. Ficou praticamente dez dias sem conseguir nem levantar da cama — as dores não deixavam nem visitar o bebê. Alguém precisava estar com o Lohan. O pai, Felipe, fez o que qualquer pai faria: foi ao hospital ficar ao lado do filho.

Levou os atestados. Explicou a situação para a empresa. Mesmo assim, foi mandado embora no período de experiência.

Em casa, sete pessoas dividem um único cômodo. A Lohany nunca teve carteira assinada — faz unhas e cabelo quando aparece cliente. A mãe dela foi morar junto para ajudar a pagar o aluguel. Não há renda fixa. Nenhum benefício.

E o tratamento do Lohan não para: os curativos de epidermólise são caros, precisam ser trocados com frequência e não têm substituto mais barato que funcione.

Mas o berço dele já está montado. Está lá, em casa, esperando. E o Lohan ri — ri pra todo mundo que chega perto, como se soubesse que o dia em que puder ir para aquele berço está chegando.

Esta campanha existe para garantir que quando esse dia chegar, ele tenha curativos, fraldas, alimentação e transporte — e que a família que passou por tudo isso consiga cuidar dele do lado de fora da UTI.

O Felipe escolheu o filho — e pagou um preço alto por isso. O mínimo que podemos fazer é garantir que essa escolha valha a pena. O berço está esperando. O Lohan também.

Sua doação vai diretamente para o custeio do tratamento e cuidado do Lohan,
acompanhada de prestação de contas transparente e atualizada mensalmente.

Doadores Recentes

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    Para onde vai sua doação

    Sem você, o Lohan pode ficar sem os curativos especiais que protegem a pele dele todos os dias.

    Sem você, um bebê de 4 meses corre o risco de não ter os insumos que o cuidado exige.

    Sem você, a família, sem a renda do pai, fica sem como sustentar o tratamento até a alta.

    Com você, o Lohan pode ter os curativos e cuidados que precisa para finalmente ir para casa.

    Com você, um bebê de 4 meses ganha a chance de crescer com a pele protegida.

    Com você, a família consegue se manter enquanto o Felipe busca uma nova renda.

    O que o Lohan precisa ao sair do hospital

    Atualizado mensalmente
    Item Descrição Valor
    Curativos especiais de epidermólise (2 anos) Curativos específicos para crianças borboleta, caros e insubstituíveis — trocados com frequência R$ 60000
    Fraldas, alimentação e higiene (2 anos) Insumos diários essenciais para um bebê com epidermólise R$ 25000
    Transporte para consultas e hospital Deslocamento contínuo para acompanhamento médico pós-alta R$ 15000
    Medicamentos e tratamentos contínuos Protocolo médico necessário para controle das infecções e evolução do Lohan R$ 12000
    Suporte emergencial à família Aluguel e alimentação básica enquanto Felipe busca nova renda R$ 8000
    Total R$ 120000

    * O valor arrecadado abaixo reflete a meta total dessa campanha.

    Arrecadado

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    • Fernanda Queiroz

      doou agora mesmo

      Sou mãe e sei o que é estar do lado do filho no hospital. O que não consigo imaginar é ter que escolher entre o emprego e o filho recém-nascido na UTI. O Felipe escolheu o Lohan — e perdeu o emprego por isso. A menor coisa que posso fazer é ajudar.

    • Márcio Teles

      doou há 20 min

      Ser demitido por estar com o filho na UTI deveria ser impossível. Mas aconteceu. Doei e compartilhei com todo mundo. Esse bebê merece chegar naquele berço que está esperando por ele em casa.

    • Patrícia Gomes

      doou há 2 horas

      Ele ri pra todo mundo que chega perto na UTI. Um bebê com tantas dificuldades que ainda encontra força para sorrir. Fiz minha parte e rezo para que ele logo possa ir para casa.

    • Dra. Sandra Lima

      Neonatologista

      A epidermólise bolhosa é uma das condições pediátricas mais delicadas. Os curativos específicos são caros, frequentes e insubstituíveis — não há alternativa mais barata que funcione. Essa campanha garante exatamente o que o Lohan vai precisar quando tiver alta. Apoiem essa família.

    Perguntas Frequentes

    A Crescendo com Amor é uma ONG registrada?

    Sim. A Ong Crescendo com Amor é uma organização sem fins lucrativos regularizada, com CNPJ ativo e documentação em dia. Todas as causas passam por verificação antes de serem publicadas.

    Como sei que minha doação vai chegar à família?

    Toda arrecadação é registrada e transferida diretamente para os custos da causa. A prestação de contas fica disponível nesta mesma página, atualizada mensalmente, com os valores já utilizados discriminados item a item.

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    Posso fazer uma doação pequena? Vale a pena?

    Muito. Nenhuma doação é pequena demais — R$ 20, R$ 30, R$ 50 somados ao de centenas de pessoas é o que move uma campanha inteira. Se não puder doar agora, compartilhar já ajuda muito: a história certa chegando à pessoa certa pode ser o que falta.

    E se a meta não for atingida?

    Todo valor arrecadado é repassado à família ou causa, independentemente de a meta total ser alcançada. Cada real já faz diferença concreta — paga uma consulta, uma sessão de fisioterapia, um mês de medicamento.

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